Li hoje no Diário de Aveiro que a nova ponte sobre o Canal Central de Aveiro, vai ser construída, faltando somente o visto do Tribunal de Contas.
Li também uma crítica do sr. Presidente da Câmara aos Amigos d’Avenida, que me deixa preocupado: “Alguém fala em nome de uma instituição que não existe legalmente. Isto não é sério.”
Isto não é sério! Eu não sou sério? Isto é muito sério!
Então os Cidadãos deste País não se podem manifestar de forma ordeira e clara, mostrando a sua insatisfação pelos desmandos de alguns que se auto consideram iluminados?
Falta de seriedade existe quando se faz obra desnecessária com dinheiro público, contra a opinião generalizada dos Cidadãos. Isto sim é falta de seriedade. Falta de respeito e de bom senso.
Quero aproveitar para expressar a minha gratidão pessoal por todos aqueles que de uma forma desinteressada e honesta criaram os Amigos d’Avenida. Passou a existir um palco onde os muitos que não eram ouvidos podem manifestar a sua opinião sobre todos os assuntos que interessam a Aveiro. Bem hajam.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Temos árvores a mais!
Até nem há muito vento e o sol não incomoda.
Trata-se sómente do abate das árvores da Avenida mais antiga da Cidade! Só isso!
Estando no cimo da Avenida, passaremos a ver as costas do Soldado Desconhecido. Não é lindo?!
Se depois do abate retirarem o monumento ao Soldado, (o que é bem possível, considerando o espírito iluminado de alguns) poderemos ver os Barcos Moliceiros, embora descaracterizados. Ainda mais lindo!
Como o nosso Presidente da Câmara diz ter o sonho de poder vir a pé desde o cimo da Avenida até à Rua das Pombas (como se não fosse possível fazê-lo já), com estes abates poderá descer a Avenida sem o problema dos passaritos. Depois, cortará as árvores do Largo do Alboi e continuará a cortar as da Baixa de Santo António.
E assim, chegaria à sua meta. Que maravilha!! Terá sómente de permeio o nosso Parque!
Tenho esperança que as próximas eleições consigam impedir este executivo de desbastar o nosso Jardim e Parque da Cidade…
Trata-se sómente do abate das árvores da Avenida mais antiga da Cidade! Só isso!
Estando no cimo da Avenida, passaremos a ver as costas do Soldado Desconhecido. Não é lindo?!
Se depois do abate retirarem o monumento ao Soldado, (o que é bem possível, considerando o espírito iluminado de alguns) poderemos ver os Barcos Moliceiros, embora descaracterizados. Ainda mais lindo!
Como o nosso Presidente da Câmara diz ter o sonho de poder vir a pé desde o cimo da Avenida até à Rua das Pombas (como se não fosse possível fazê-lo já), com estes abates poderá descer a Avenida sem o problema dos passaritos. Depois, cortará as árvores do Largo do Alboi e continuará a cortar as da Baixa de Santo António.
E assim, chegaria à sua meta. Que maravilha!! Terá sómente de permeio o nosso Parque!
Tenho esperança que as próximas eleições consigam impedir este executivo de desbastar o nosso Jardim e Parque da Cidade…
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Passeios na Ria
Li na imprensa (Diário de Aveiro de 23Ago2010) que a Polícia Marítima intensificou a fiscalização à actividade dos denominados “Passeios na Ria” proporcionada por várias empresas, nos canais da nossa ria.
Fiquei satisfeito. É sempre bom saber que alguém se preocupa pela segurança de quem, confiantemente, se passeia pelos nossos canais, nos emblemáticos, alguns descaracterizados, Moliceiros e Saleiros.
Mas também li que mais uma empresa iria iniciar a sua actividade acostando no canal central.
Aqui já me perguntei: então o canal já está cheio de barcos, as pessoas já não cabem nos passeios da Rua João Mendonça nem conseguem caminhar em segurança, tal é a confusão de carros, camionetas e pessoas e agora, mais uma empresa? Não entendo.
Entretanto apercebi-me que o local de acesso deste novo negócio, já não era na rua João Mendonça, mas do outro lado do canal, na rua Clube dos Galitos.
Afinal, numa rua onde era proibido parar, não só estacionar, mas parar. Bastou retirar a sinal de trânsito que lá estava, para que as camionetas necessárias ao negócio, passem a poder parar e até estacionar. Embora seja uma via com três faixas de trânsito, onde existe um traço contínuo, alguém não se importou com nada disso e simplesmente retirou o referido sinal de trânsito.
Não me parece que desta forma se legalize uma situação, de paragem e estacionamento. Se assim fosse, bastava retirar um qualquer sinal de trânsito, sempre que o mesmo nos incomodasse.
Penso que o Sr. Carlos Santos, Vereador responsável pelo pelouro do trânsito e mobilidade, deverá estar de férias, que a Polícia Municipal ainda não reparou no facto e que o sinal voltará a ser colocado no seu respectivo lugar.
E então existe um problema: Como vai aquela empresa resolver o seu problema de paragem e estacionamento?
Ou será que estou enganado? Será que foi alterado o ordenamento do trânsito naquela artéria para que mais uma empresa pudesse ocupar uma rua e um passeio?
Gostava que alguém me explicasse o que se está a passar.
Fiquei satisfeito. É sempre bom saber que alguém se preocupa pela segurança de quem, confiantemente, se passeia pelos nossos canais, nos emblemáticos, alguns descaracterizados, Moliceiros e Saleiros.
Mas também li que mais uma empresa iria iniciar a sua actividade acostando no canal central.
Aqui já me perguntei: então o canal já está cheio de barcos, as pessoas já não cabem nos passeios da Rua João Mendonça nem conseguem caminhar em segurança, tal é a confusão de carros, camionetas e pessoas e agora, mais uma empresa? Não entendo.
Entretanto apercebi-me que o local de acesso deste novo negócio, já não era na rua João Mendonça, mas do outro lado do canal, na rua Clube dos Galitos.
Afinal, numa rua onde era proibido parar, não só estacionar, mas parar. Bastou retirar a sinal de trânsito que lá estava, para que as camionetas necessárias ao negócio, passem a poder parar e até estacionar. Embora seja uma via com três faixas de trânsito, onde existe um traço contínuo, alguém não se importou com nada disso e simplesmente retirou o referido sinal de trânsito.
Não me parece que desta forma se legalize uma situação, de paragem e estacionamento. Se assim fosse, bastava retirar um qualquer sinal de trânsito, sempre que o mesmo nos incomodasse.
Penso que o Sr. Carlos Santos, Vereador responsável pelo pelouro do trânsito e mobilidade, deverá estar de férias, que a Polícia Municipal ainda não reparou no facto e que o sinal voltará a ser colocado no seu respectivo lugar.
E então existe um problema: Como vai aquela empresa resolver o seu problema de paragem e estacionamento?
Ou será que estou enganado? Será que foi alterado o ordenamento do trânsito naquela artéria para que mais uma empresa pudesse ocupar uma rua e um passeio?
Gostava que alguém me explicasse o que se está a passar.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Neoliberalismo - Minarquismo
Fala-se muito em Liberalismo e Neoliberalismo. Até o nosso Primeiro-ministro, em debates ou conversas de opinião, algumas vezes criticando o PSD.
Sou a favor de uma diminuição do custo do Estado com diminuição da sua intervenção na Economia do País. Tantas empresas geridas pelo Estado ou controladas por ele, só nos acarretam custos e ineficiências.
Estive a ler umas coisas que vou partilhar convosco.
Minarquismo ou minarquia
É uma teoria política que prega que a função do Estado é assegurar os direitos negativos da população, isto é: impedir a coerção física da população. Ou seja, estão entre as funções do Estado a promoção da segurança, da justiça e do poder de polícia, além da criação de legislação necessária para assegurar o cumprimento destas funções. Um Estado com estas funções teria de taxar o povo em 3% ou 6% no máximo. Um exemplo disso foi o que ocorreu nos EUA durante o século XIX, quando a carga tributária girou em torno de 3%, embora este país não fosse exactamente minarquista na época.
Os defensores do minarquismo são contrários a Estados com grande peso na economia e defendem um capitalismo do tipo livre-mercado.
Diferencia-se do anarco-capitalismo porque este último não admite nem mesmo um Estado mínimo, já que acredita que é impossível travar as forças de expansão do Estado nas minarquias, que acabariam evoluindo para um Estado tradicional. De qualquer modo, hoje em dia as diferenças entre minarquistas e anarquistas liberais é teórica. Na prática política, as duas correntes rumam na direcção da redução do tamanho dos Estados actuais.
Exemplos de minarquismo
A cidade do mundo hoje mais próxima do minarquismo, segundo os adeptos desta teoria, é Hong Kong, porque tem a melhor protecção da propriedade privada no mundo, a segunda menor carga tributária e praticamente não existem tarifas de importação e exportação. Durante os 99 anos (1898-1997) em que foi administrada sob o conceito minarquista Hong Kong se tornou uma ilha de prosperidade e riqueza, em forte contraste com a República Popular da China, dirigista e estatista. Outras economias Asiáticas, notadamente os "Tigres Asiáticos", adotaram políticas semelhantes de baixas tarifas, governo enxuto, e confiança na economia de mercado. Talvez o melhor exemplo seja o de Singapura. Com isso obtiveram sucesso económico que economias fortemente dirigidas como Brasil, Índia e China, não conseguiram replicar.
Historicamente, o país mais próximo do minarquismo puro foi os EUA durante o período de 1780 até 1913. Durante este período os EUA se transformaram de uma economia rural e primitiva, que possuía menos de 1% do volume de produção global, para o país mais rico e industrializado do mundo, com um terço da produção industrial global.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Minarquismo"
Sou a favor de uma diminuição do custo do Estado com diminuição da sua intervenção na Economia do País. Tantas empresas geridas pelo Estado ou controladas por ele, só nos acarretam custos e ineficiências.
Estive a ler umas coisas que vou partilhar convosco.
Minarquismo ou minarquia
É uma teoria política que prega que a função do Estado é assegurar os direitos negativos da população, isto é: impedir a coerção física da população. Ou seja, estão entre as funções do Estado a promoção da segurança, da justiça e do poder de polícia, além da criação de legislação necessária para assegurar o cumprimento destas funções. Um Estado com estas funções teria de taxar o povo em 3% ou 6% no máximo. Um exemplo disso foi o que ocorreu nos EUA durante o século XIX, quando a carga tributária girou em torno de 3%, embora este país não fosse exactamente minarquista na época.
Os defensores do minarquismo são contrários a Estados com grande peso na economia e defendem um capitalismo do tipo livre-mercado.
Diferencia-se do anarco-capitalismo porque este último não admite nem mesmo um Estado mínimo, já que acredita que é impossível travar as forças de expansão do Estado nas minarquias, que acabariam evoluindo para um Estado tradicional. De qualquer modo, hoje em dia as diferenças entre minarquistas e anarquistas liberais é teórica. Na prática política, as duas correntes rumam na direcção da redução do tamanho dos Estados actuais.
Exemplos de minarquismo
A cidade do mundo hoje mais próxima do minarquismo, segundo os adeptos desta teoria, é Hong Kong, porque tem a melhor protecção da propriedade privada no mundo, a segunda menor carga tributária e praticamente não existem tarifas de importação e exportação. Durante os 99 anos (1898-1997) em que foi administrada sob o conceito minarquista Hong Kong se tornou uma ilha de prosperidade e riqueza, em forte contraste com a República Popular da China, dirigista e estatista. Outras economias Asiáticas, notadamente os "Tigres Asiáticos", adotaram políticas semelhantes de baixas tarifas, governo enxuto, e confiança na economia de mercado. Talvez o melhor exemplo seja o de Singapura. Com isso obtiveram sucesso económico que economias fortemente dirigidas como Brasil, Índia e China, não conseguiram replicar.
Historicamente, o país mais próximo do minarquismo puro foi os EUA durante o período de 1780 até 1913. Durante este período os EUA se transformaram de uma economia rural e primitiva, que possuía menos de 1% do volume de produção global, para o país mais rico e industrializado do mundo, com um terço da produção industrial global.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Minarquismo"
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Os Valores da nossa Sociedade
Gostei muito de ouvir o dr. Ernani Lopes na televisão, outro dia.
Concordo quando diz que a Educação e os Valores transmitidos nos últimos anos estão errados.
Temos que alterar a nossa atitude! Não podemos continuar a não praticar e transmitir Valores efectivos aos nossos descendentes.
Ele considera que para que exista uma vida útil para o futuro, é necessário que:
Onde está ----- Devemos Pôr
Facilitismo ----- Exigência
Vulgaridade ----- Excelência
Moleza ---------- Dureza
Golpada --------- Seriedade
Videirismo ------ Honra
Ignorância ------ Conhecimento
Mandriice ------- Trabalho
Aldrabice ------- Honestidade
Vamos praticar.
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/plano-inclinado/2010/6/plano-inclinado-convidado-prof-ernani-lopes-em-debate-a-sustentabilidade-do-nosso-fundo-de-pensoes14.htm
Concordo quando diz que a Educação e os Valores transmitidos nos últimos anos estão errados.
Temos que alterar a nossa atitude! Não podemos continuar a não praticar e transmitir Valores efectivos aos nossos descendentes.
Ele considera que para que exista uma vida útil para o futuro, é necessário que:
Onde está ----- Devemos Pôr
Facilitismo ----- Exigência
Vulgaridade ----- Excelência
Moleza ---------- Dureza
Golpada --------- Seriedade
Videirismo ------ Honra
Ignorância ------ Conhecimento
Mandriice ------- Trabalho
Aldrabice ------- Honestidade
Vamos praticar.
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/plano-inclinado/2010/6/plano-inclinado-convidado-prof-ernani-lopes-em-debate-a-sustentabilidade-do-nosso-fundo-de-pensoes14.htm
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Projecto de Requalificação do Bairro do Alboi – Projecto Parque da Sustentabilidade de Aveiro
A Câmara Municipal de Aveiro e a Junta de Freguesia da Glória convidaram os habitantes e comerciantes da zona do Bairro do Alboi para uma reunião na sede da Banda Amizade, no passado dia 14, para apresentação do Projecto de Requalificação do Alboi.
O projecto do Parque da Sustentabilidade, onde está incluído o da zona do Alboi, só não foi aprovado em Sessão de Câmara no passado dia 6, por questões burocráticas. Lamenta-se que agora se tenham lembrado que o Bairro do Alboi é habitado.
Estiveram presentes umas largas dezenas de pessoas do Bairro. A sessão foi aberta e conduzida pelo Sr. Presidente da Câmara que expos o que está projectado fazer-se na zona que engloba todas as ruas do Largo e os Cais e Ruas envolventes.
Não colheu por parte dos presentes, a concordância pretendida, já que se espera uma grande diminuição da qualidade de vida na zona em causa.
Além do problema da redução drástica de lugares de estacionamento, acresce a alteração dos sentidos de circulação viária e a transformação de algumas artérias, habitualmente com circulação automóvel, em zonas mistas: circulação automóvel e pedonais. Nestas o piso será elevado e alterado. Prevê-se que a zona central do Largo Conselheiro Queiroz seja atravessada por uma via dupla de circulação automóvel, também mista.
O Alboi, que sempre foi um Bairro pacato, simpático e onde todos se conheciam e onde ainda se consegue viver com relativa tranquilidade, vai perder e muito. A nova ponte a construir no Canal Central, contribuirá também, e muito, para a diminuição da qualidade de vida.
Não se compreende que se projectem obras ditas de favorecimento da habitabilidade e da qualidade de vida, por pessoas que não conhecem a Cidade nem os seus habitantes, nem os seus anseios e problemas.
A Cidade poderá beneficiar, o Bairro do Alboi, não.
O projecto do Parque da Sustentabilidade, onde está incluído o da zona do Alboi, só não foi aprovado em Sessão de Câmara no passado dia 6, por questões burocráticas. Lamenta-se que agora se tenham lembrado que o Bairro do Alboi é habitado.
Estiveram presentes umas largas dezenas de pessoas do Bairro. A sessão foi aberta e conduzida pelo Sr. Presidente da Câmara que expos o que está projectado fazer-se na zona que engloba todas as ruas do Largo e os Cais e Ruas envolventes.
Não colheu por parte dos presentes, a concordância pretendida, já que se espera uma grande diminuição da qualidade de vida na zona em causa.
Além do problema da redução drástica de lugares de estacionamento, acresce a alteração dos sentidos de circulação viária e a transformação de algumas artérias, habitualmente com circulação automóvel, em zonas mistas: circulação automóvel e pedonais. Nestas o piso será elevado e alterado. Prevê-se que a zona central do Largo Conselheiro Queiroz seja atravessada por uma via dupla de circulação automóvel, também mista.
O Alboi, que sempre foi um Bairro pacato, simpático e onde todos se conheciam e onde ainda se consegue viver com relativa tranquilidade, vai perder e muito. A nova ponte a construir no Canal Central, contribuirá também, e muito, para a diminuição da qualidade de vida.
Não se compreende que se projectem obras ditas de favorecimento da habitabilidade e da qualidade de vida, por pessoas que não conhecem a Cidade nem os seus habitantes, nem os seus anseios e problemas.
A Cidade poderá beneficiar, o Bairro do Alboi, não.
terça-feira, 4 de maio de 2010
É sempre bom lembrar
O melhor ditado do mundo:
Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que ás vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
Um bom conselho:
Nunca te justifiques... os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.
Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que ás vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
Um bom conselho:
Nunca te justifiques... os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.
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